31 de julho de 2008

Coletiva é coletiva


O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, concedia entrevista coletiva e, sempre quando se fala em coletiva, é cômico. Uso o termo porque sempre tem um repórter que pergunta algo que já foi respondido ou então, quando a entrevista está evoluindo, ele questiona outro assunto, e assim por diante. Coletiva tem seus pontos positivos e negativos. Agora, vejam a foto, tem um repórter atrás do Ministro completamente desligado, olhando para o lado. Enfim, coletiva sempre é coletiva.

Abraço,

Felipe Machado

30 de julho de 2008

Entrar em banco virou problema


A atriz Solange Couto vai entrar com uma ação na Justiça contra a Caixa Econômica Federal, por um incidente ocorrido na segunda-feira, 28, em que precisou ficar de calcinha na porta de uma agência em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio.

Segundo conta a própria Solange ao estadao.com.br, antes de entrar na agência ela tomou a iniciativa de depositar objetos que estavam em sua bolsa no compartimento próximo à porta giratória de entrada. "Coloquei celular, máquina fotográfica, carteira, chave do carro, tudo que poderia me travar na porta", diz.

Quando a atriz tentou passar pela primeira vez, o alarme apitou. "O segurança chegou perto do vidro e perguntou, ríspido, o que mais eu tinha na bolsa. Eu afirmei que não tinha mais nada. Eu abri a bolsa para ele ver e ele pediu para eu colocar as caixas de meus óculos no compartimento". Mais uma vez, o alarme soou. O segurança do local pediu então para a atriz trocar a bolsa de ombro, o que não adiantou novamente.

Já nervosa, Solange diz que deu uma passo para trás e jogou a bolsa no chão. "Perguntei o que mais eu precisava fazer para entrar na agência. Ele me respondeu com cara de deboche: 'tira a roupa'. Como estava irritada, eu abri minha bermuda e a abaixei até o chão. Perguntei novamente, já tremendo, o que precisava fazer mais", declara Solange.

A atriz registrou o incidente na 41.ª DP (Tanque) e diz que uma senhora que estava saindo da agência no momento do episódio e mais oito pessoas se ofereceram para testemunharem o caso. "Meu advogado, Sylvio Guerra, já está providenciando tudo. Vamos entrar com uma ação por danos morais, humilhação e etc".

Fonte: Estadao

O que tem de segurança em banco que complica vou te contar! Daqui uns dias vão pedir para as pessoas ficarem peladas, para poder entrar no banco. Certa vez perguntei para um segurança se ele queria que ficasse pelado, por que, a porta não parava de apitar. Agora um jornalista leva, gravador, rádio, pilhas, crachá da rádio, e assim por diante. Tudo com metal. É a vida. Agora a Solange só de calcinha, deve ter pêgo um friozinho, isso não é legal, tem que se agasalhar com este tempo hein!

Felipe Machado

24 de julho de 2008

Contradição e paranóia no neo-fanatismo religioso

Chegava à casa dos meus pais, em Carlos Barbosa, há algumas semanas, quando um panfleto, colocado sob a porta, chamou minha atenção. Dobrado como uma folha de jornal, menor, trazia na capa uma imagem do globo terrestre visto do espaço. Na órbita da terra um satélite artificial era ligado, por riscos, a supostas instalações do governo americano em terra. Abaixo da imagem, em letras pretas e brancas sobre um fundo vermelho havia a imagem de um micro chip, desses usados em rastreamento bovino. Ao lado, o número 666.

Bom, vou tentar não me exaltar para escrever isso. O objetivo do material é combater o avanço dos micro chips. Sim, é verdade. Segundo a publicação este é o sinal do avanço das forças do mal, em aliança com países ricos. Queria evitar um termo tão chulo para o assunto, mas como ele foi usado na publicação: um sinal da ‘besta’.

Foi então que lembrei de uma matéria, publicada ainda em 2007, em uma revista de circulação nacional. Era a entrevista com um cientista inglês que integra um movimento iniciado no próprio Reino Unido e que chamam de novo ateísmo. Para eles, os prejuízos da religião para o avanço científico são tão grandes que seria necessário, já, não mais apenas negar a igreja e seus símbolos, mas sim persegui-la e combatê-la. Confesso que trata-se de uma fraqueza para mim essa questão. Quando observo um material de tamanha estupidez e ignorância como o panfleto acima mencionado, tenho a impressão que combater a institucionalização da fé é mesmo o melhor caminho.

Mas, vejam bem. Estaríamos então criando uma outra organização. Estaríamos então institucionalizando a falta de fé para combater a institucionalização da fé. Não creio que seja a melhor saída. Não podemos combater a perseguição com mais perseguição. Me parece um pouco surreal tudo isso e, pior, demente, tanto o panfleto quanto o combate as instituições religiosas, mesmo que muitas delas sejam entraves milenares do ser humano.

Abraço

Janquiel Mesturini

Maravilha quer boca!


O veterano atacante Túlio, do Vila Nova, aproveitou a folga do futebol nesta quarta-feira pela lançar sua candidatura a vereador em Goiânia, pelo PMDB. Nos próximos dois meses, ele vai dividir seu tempo entre os jogos da equipe pela Série B e a campanha por uma vaga na Câmara Municipal, e espera ganhar os votos também dos torcedores do Goiás, clube que o revelou e principal rival do Vila Nova.

"Quando recebi o convite para entrar na política fiquei meio inseguro, mas pensei bem e aceitei o desafio. O futebol tem a divisão de torcidas, mas sou um patrimônio do Estado de Goiás, e não de um time. Espero que o apoio venha de todos os lados e que eu possa ter uma boa votação", disse o jogador.

Vice-artilheiro da Série B, com nove gols, Túlio sempre foi chegado a um marketing pessoal fora dos campos. Na mais recente de suas extravagâncias, sonha em chegar aos mil gols - até agora contabiliza, por suas próprias contas, 845 tentos.

Fonte: Agência Estado

Quem diria hein? Alguns jogadores já tentaram e conseguiram se eleger. O Romário não vem? Será que o Ronaldo Nazário vem? Afinal de contas o futebol parece que já abandonou.

Felipe Machado

22 de julho de 2008

Prazer, Sindi-Lat, RSCOM!


Aconteceu nesta última sexta o IV Encontro Sindi-Lat/ Tetra-Pak, com a participação de 100 pessoas. Esteve presente a Jornalista Ana Amélia Lemos. O encontro foi promovido pelo Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul. Fiquei sabendo deste encontro através do Jornal Gazeta, nesta terça-feira. Para um profissional que trabalha em Rádio quando vê uma informação que poderia lhe interessar, publicada no jornal, e que não tenha sido dito no Rádio, o profissional sente-se com muitas dúvidas. Será que alguma Assessoria boicotou a Rádio? Será que não interessava para a Assessoria de Imprensa? Ah, méritos para o Jornal que publicou informação sobre um evento que aconteceu na cidade. E, eventos, sempre interessam o público, no meu entendimento.

Entrei em contato com o Sindi-Lat, nesta terça, e a Sra. Regina me informou que o interesse era de um evento fechado. E, de que talvez a Assessoria entendesse ser importante somente em Jornal. Foi quando disse a ela que sou da RSCOM, Rede Serrana de Comunicações, da Rádio Viva News, uma das 9 emissoras da Rede. Falei um pouco da Rede e das emissoras e ficou o sentimento de frustração por parte da Sra.Regina, que pediu desculpas, por não ter repassado as informações para RSCOM. Tive a oportunidade de apresentar a ela, a RSCOM.

Ficamos sem poder divulgar um evento, mas, quem perdeu com certeza foi a organização, que não quis mais divulgação apesar de ser fechado. Aliás, duvido que as pessoas soubessem o que era o tal "Sindi-Lat". Mas, tenho certeza que a RSCOM as pessoas conhecem.

Caso contrário, Sindi-Lat, Prazer RSCOM!

Felipe Machado

19 de julho de 2008

Os tempos...

Salve papeiros!

Retorno ao blog pedindo desculpas pelo tempo afastado.
Há dias pensava em voltar, mas queria trazer algo interessante.
Neste sábado consegui fazer essa montagem e apresento a vocês a retrospectiva do ano de 1976 apresentada pela Rádio Continental 1120 AM, de Porto Alegre. (outro dia falo sobre ela)

Letra:

Os tempos andam meio tristes e a incerteza vai continuar,
Você que é jovem se console, pois tem tempo pra esperar,
Talvez de em nada, talvez seja igual, mas é ano novo creia,
É tempo bastante pro mundo mudar.

Voz: Nelson Coelho de Castro.



Espero muito que tenham gostado.
Abraço

André Tajes

18 de julho de 2008

Olha a concorrência em Pelotas hein!


O Grêmio Esportivo Brasil lançou, nesta semana, mais uma linha de produtos com a marca rubro negra. Trata-se da linha de produtos de lingeries e cuecas. São inúmeros produtos criados em parceria com a loja Intimidades Lingeries, especializada em moda íntima masculina e feminina, como cuecas, calcinhas, sutiãs, corpetes, entre outros.

Os produtos podem ser encontrados na Boutique do G.E. Brasil, junto a secretaria do clube, na loja virtual xavante pelo endereço http://www.boutiquexavante.com.br/ e na loja Intimidades Lingeries, na Galeria Zabaleta loja 19.

Assim como o Pelotas fez, agora o Brasil adere. É isso ae, viva as variedades para os consumidores.

Felipe Machado

Intestino

Olha gente, eu sei que tudo que é demais estraga, mas preciso postar algo aqui sobre este absurdo em que se transformou o caso da prisão de Daniel Dantas, o banqueiro.

Vamos tentar organizar em partes o raciocínio, começando por algumas questões.

Daniel Dantas foi preso duas vezes pelo juiz federal Fausto de Sanctis. Nas duas vezes saiu da carceragem da Polícia Federal devido a habbeas corpus do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
1 – O tempo entre a segunda prisão e a libertação foi inferior a um dia. Como o presidente do STF, Gilmar Mendes, leu os autos em um período tão curto?
2 – Horas antes da libertação corria por um dos maiores portais da internet brasileira a informação de que Dantas contaria tudo em interrogatório na PF. Será coincidência sua soltura pouco depois?
3 – Por que o Congresso não se manifesta sobre o caso?
4 – Por que o juiz Fausto de Sanctis anunciou nesta quinta que irá tirar 15 dias de férias?
5 – Por que estão tramitando no Congresso alterações no Código de Execuções Penais Brasileiro? A proposta pede, por exemplo, o fim da prisão preventiva nos crimes de colarinho branco.
6 – Por que a cúpula do governo está tão envolvida no assunto e na solução da crise dentro do próprio judiciário?
7 – Afinal de contas, por que os outros ministros do STF não se manifestam?
E tantas outras que eu não tenho capacidade e nem conhecimento suficiente de caso para fazer.

Sim, é como Bob Fernandes diz, estamos entrando nos intestinos do Brasil. A Polícia Federal, por mais que tenha cometido alguns erros na operação, bate a porta, na minha opinião pela primeira vez, do maior esquema de financiamentos de campanha e transações corporativas desse país.
Montado sobre recursos de um gênio da especulação financeira e corporativa – novamente – e de valores, do tipo, R$ 100 bilhões, oriundos de fundos de investimentos espalhados por bancos do país, que financiam fusões tratadas através de um loby político nunca registrado no Brasil.

Bom, enquanto o governo entra de bobo na história, sendo nitidamente usado para desviar os focos das investigações. Enquanto se debate a saída ou não do delegado Protógenes do caso, a saída ou não de de Sanctis e a edição bizarra feita na gravação em que Protógenes estaria pedindo afastando. Enquanto isso, Dantas articula, algo que lhe é bastante familiar.

Afinal, por que apenas Hugo Chicarone e Humberto Braz, funcionários de Dantas no banco Oporttunity, sim, eles são funcionários de Dantas, estão presos. Sinceramente, não entendo os motivos que levam dois funcionários a permanecerem presos. É evidente que estavam a mando de alguém. Por que eles não são beneficiados pelos motivos que tiraram Dantas da cadeia?

Estes são os intestinos do Brasil e estamos diante do maior escândalo da história desse país. Pela primeira vez ele caminha para o envolvimento de judiciário, legislativo e executivo. Os três poderes no banco dos réus. Ao lado de algumas das maiores companhias brasileiras. Uma massa corruptiva endêmica que se espalha pela mídia e rompe as barreiras do poder e da opinião pública. Uma batalha pelo controle do Estado. Estamos diante, talvez, do homem e dos personagens mais poderosos desse país. Essa é a primeira vez que algo me parece absolutamente intocável. Pela primeira vez, tenho a nítida impressão que o Brasil perdeu, que não há o que fazer frente tamanho poder.

Bom, é só isso por hoje.

Abraço
Janquiel Mesturini

17 de julho de 2008

Disco-Berta

Entre tumultos mútuos, chegou à redação da Viva News o cd 'O Trovador Solitário', do Renato Russo, que reune 11 faixas gravadas por ele em 1982.

Entre os sons, sucesso como Faroeste Caboclo, Eu Sei (que se chamava 18 e 21), Eduardo e Mônica e Dado Viciado.

Destaco Eduardo e Mônica, que tem uma letra diferente da que seria gravada em 1986.

Pra quem curte as músicas um prato cheio, e uma vontade de tirar o pó do violão e colocar os 'gavetões' na ordem do dia.

*Gabriel Lain

16 de julho de 2008

Exclusivo?


Sempre achei que este termo fosse complicado. Na verdade se um veículo divulga uma informação e a pessoa que recebe-a viu, ouviu ou leu pela primeira vez, ela pode entender que foi exclusiva para ela. Com a velocidade dos acontecimentos, o termo exclusividade acho complicado.

Se existe uma rádio e um jornal em um evento, e uma informação é dada por qualquer um dos dois que seja, não é exclusivo. Entendo assim, pelo menos. Na tarde desta terça-feira o Repórter Gabriel Lain esteve na sede da UVIBRA aqui em Bento Gonçalves acompanhando a reunião de representantes da Uva e do Vinho. Ele entrou no ar ao vivo com um boletim no Programa Conexão Viva, entrevistando o Presidente da Câmara Setorial da Uva e do Vinho, Hermes Zanetti. O Presidente saiu no meio da reunião, gentilmente, e atendeu a reportagem. Aliás, a relação dos Repórteres com os representantes do setor da Uva e do Vinho sempre foi salutar.

No geral, penso que exclusividade é um termo perigoso, não concordo, mas, respeito, quem quiser usar que use. E, para aqueles que não escutaram a emissora no momento da entrevista do repórter Gabriel Lain, sugiro que escutem antes, para depois dizerem se é ou não exclusivo.

Cabe lembrar que tem informação que a TV dá, diferente do Rádio, diferente do jornal e assim por diante. Cada veículo escolhe seu enfoque. Agora se dois estão no mesmo foco, no mesmo lugar, escutam a mesma pessoa, não é exclusivo. Ou é?

Felipe Machado

Não conseguiram liberar a "teta"


O Senado desistiu da decisão de criar 97 cargos com salário de quase R$ 10 mil sem concurso público para assessores de gabinetes e lideranças partidárias.

Após a repercussão negativa, a Mesa Diretora decidiu por unanimidade arquivar a proposta. O impacto financeiro poderia ultrapassar R$ 1 milhão por mês.

Fonte: Jornal Pioneiro

Então não foi bem assim para liberar a "teta" para a parceria. Entendo mesmo assim, que a luta dos políticos continuará, porque o Nepotismo já está aí e mesmo assim eles não estão satisfeitos.

Felipe Machado

Dá para confiar?


O juiz Maurício Garibe, da 1ª Vara Criminal de Jundiaí, a 58 km da capital, negou estar “advogando a favor do direito das pessoas de dirigirem embriagadas” ao decidir, no último dia 11, inocentar três motoristas que haviam sido reprovados em teste do bafômetro na Rodovia Anhanguera em blitze nos dias 29 e 30 de junho. Além de recusar a denúncia do Ministério Público, o juiz considerou, em sua sentença, todo o procedimento dos policiais “atos autoritários” que demandaram em “prisões ilegais”.

Desta forma, determinou também que o valor da fiança pago pelos motoristas seja devolvido. Flagrados pelo bafômetro com nível de álcool no sangue acima do que permite a nova lei, um vendedor de 32 anos, uma secretária de 31 anos e um comerciante de 28 anos foram levados para delegacia de Jundiaí, onde tiveram de pagar fiança para responder o processo em liberdade. A secretária não tinha o valor estipulado, de R$ 1 mil, e teve de passar uma noite na cadeia pública de Itupeva, a 75 km da capital.

O juiz faz questão de esclarecer que sua decisão foi essencialmente técnica e que na sua interpretação o resultado do bafômetro não serve como base para comprovação de que o motorista esteja mesmo embriagado. “A lei anterior falava em estado de embriaguez, que podia ser comprovado através de um exame clínico, com o auxílio de um médico. Agora, pela nova lei, há a exigência da realização de um exame de sangue para se comprovar a embriaguez”, argumentou.

Em sua decisão, ao absolver os motoristas, o juiz argumentou ainda que o bafômetro apresenta imprecisões que já se “tornaram públicas e notórias” e que, por isso, “não pode suprir a exigência legal citada”. Em sua opinião, o resultado apresentado pelo teste do equipamento serve apenas para a aplicação das penas administrativas, como a multa e a cassação da carteira de habilitação, mas não justifica a prisão e nem um processo criminal. Para o juiz, a lei anterior era melhor. “Só a fiscalização agora é diferente. A outra (anterior) possibilitava mais facilmente o flagrante, mesmo com o bafômetro. Esta é mais rígida, mas permite uma brecha: a de que para se comprovar a embriaguez é necessário o exame de sangue”, esclareceu.

Além disso, o magistrado considera que é preciso bom senso por parte de quem aplica a lei. “As prisões foram ilegais. É chato falar que o delegado errou, mas é preciso bom senso. A pessoa deve ser presa se representa alguma ameaça, o que não foi o caso daquelas três pessoas, todas trabalhadoras”, completou.


Fonte: G1

Depois disso daria para confiar nos Bafômetros? Se um Juiz, grande autoridade, desconfiou? Ou não está havendo bom senso por parte de quem aplica os Bafômetros nas pessoas? São tantas dúvidas. Certos ou errados, o fato é que os acidentes diminuiram. Os números estão em toda a parte. A Lei Seca completa 1 mês neste próximo sábado. Por outro lado, o setor de bebidas está muito preocupado. Os bons bebedores, aqueles que socialmente sempre souberam beber, estão pagando pelos maus.

Abraço, Felipe Machado

15 de julho de 2008

Peguem este criminoso já!!!!!!!!!!!!


Recebi hoje a tarde aqui na redação do colega João Luiz Cardoso, de Flores da Cunha, uma foto forte. Isso mesmo. Um cidadão em Flores da Cunha estaria maltratando animais por lá, e de uma forma que toda a comunidade estaria chocada e querendo providências. Ele continua a solta. Posto a foto aqui para reflexão de todos e para que não maltratem os animais nunca. E, com toda a sinceridade, um cara que fez isso com um animal tem que ir para cadeira elétrica. Já!!!! Não é possível que as pessoas façam o que queiram e fiquem impune.
Peguem este sacana, já!!!!!!

Felipe Machado

Só querem teta?


O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, acredita que a Comissão Diretora voltará atrás na decisão de criar 97 cargos de assessor parlamentar com salário de R$ 9,9 mil. As vagas seriam preenchidas sem a necessidade de concurso público. A decisão tomada na última quarta-feira gerou polêmica, já que, de acordo com a Constituição, apenas o Plenário pode deliberar sobre a criação de cargos.

A Mesa volta a se reunir nesta terça-feira, às 14h30min, para debater o assunto. — Meu prognóstico é que a própria Mesa (a Comissão Diretora) não vai expor o Plenário a essa decisão, que poderá ser tomada por ela, simplesmente voltando atrás em um ato que se revelou impróprio, inoportuno, e que causou essa revolta, esse protesto. Não tenho porque não esperar que a própria Mesa decida isso — observou o presidente. Garibaldi esclareceu que, até a reunião desta terça, a decisão de criar os cargos está suspensa.

Caso a Mesa não volte atrás, a matéria será votada em Plenário na forma de um projeto de resolução. O senador também observou que a responsabilidade pela decisão da última quarta é da Mesa e não deve ser atribuída aos líderes. — É preciso dar a César o que é de César. A responsabilidade não é dos líderes. Eles vão orientar suas bancadas quando [a matéria] for para o Plenário. Mas, nesse caso, a Mesa tem que assumir sua responsabilidade amanhã — disse.

O presidente ressalvou, porém, que não conversou com nenhum membro da Mesa nos últimos dias, nem mesmo com o 1º Secretário, Efraim Moraes (DEM-PB), responsável pelos atos administrativos da Casa. Garibaldi frisou que o Senado Federal procura resolver a questão do suprimento de cargos pela via do concurso público. Ele lembrou que há um concurso para o preenchimento de 150 vagas agendado para o segundo semestre.

Fonte: Agência Câmara

Eles acham que vão conseguir colocar mais gente para trabalhar sem concurso direto no Senado. Querem aumentar o número de pessoas que mamam na teta. É uma festa. Vão ver uma partida de tênis, daqui a pouco aparece uma por aí para vocês mamarem!!!!!

Abraço Felipe Machado

10 de julho de 2008

O poder de Foucault

Estou me propondo a tentar escrever sobre este assunto – poder – porque algumas situações ocorridas nos últimos dias levam a isso. Tenho 24 anos e sei que discorrer sobre um tema como esse é um pouco petulante para alguém com minha idade e que não passou por algumas coisas a mais, tanto teóricas quanto sociais. E sou mais petulante ainda quando, para isso, tento usar como base alguns conceitos que tornaram Michel Foucault um dos maiores pensadores do meu tempo, mesmo ele tendo morrido enquanto eu nascia. Aliás, acho que minha geração nasceu petulante, se querem saber.

Pois bem, para Foucault, o poder não pode ser concentrado ou localizado em uma pessoa ou mesmo no Estado, o que, por exemplo, tornaria impossível a tomada de poder proposta pelos marxistas. Para Foucault, o poder não pode ser tomado ou mesmo cedido a um soberano; trata-se, na verdade, de uma relação de forças. Como relação o poder é onipresente, ou seja, está em todas as partes, as relações de poder atravessam as pessoas, que não podem ser consideradas independentes delas. “O poder não somente reprime, mas também produz efeitos de verdade e saber, constituindo verdades, práticas e subjetividades”.
Para analisar o poder, Foucault estuda o poder disciplinar e o biopoder, e os dispositivos da loucura e da sexualidade. Para isto, em lugar de uma análise histórica, realiza uma genealogia, um estudo histórico que não busca uma origem única e causal, mas que se baseia no estudo das multiplicidades e das lutas. Também abriu novos campos no estudo da história e da epistemologia a partir desta base de estudo.
Poderíamos ainda, e agora o faço por minha conta e risco, relacionarmos o poder com a física quântica. Nesta ciência magnifica, entendemos as relações ciclicas estruturais – eu gosto de definir dessa forma – que compoem a matéria e as relações energéticas que nos relacionam uns aos outros – alguns chamam esta parte de Deus. Pois, com a quântica entendemos que, assim como o poder, para Foucault, não está concentrado, a matéria também não pode ser concentrada. Os elétrons, aquelas coisas verdes e redondas que nossos professores pouco informados nos apresentavam na escola, na verdade, não podem ser medidos. Porque tudo o que circunda o núcleo de um átomo, são possibilidades de elétrons. Na verdade, como elementos, nós sequer existimos direito.
Vejam bem, sob esse ponto de vista, mesmo que ele seja ambicioso e petulante, ou mesmo que não seja nada de novo, e não deve ser mesmo, somos socialmente e físicamente incontroláveis. Em um tempo de informações ilimitadas – e elas também constituem o poder – não podemos pensar em concentração de poder ou, mesmo, em tentativas atrapalhadas de tomadas de poder por vias alternativas. Porque, simplesmente, poder e matéria são coisas que não se medem e não se controlam. Compreendem?

PS: dedico este texto pretencioso a proprietários de veículos de comunicação e candidatos nas eleições desse ano. Michel Foucault e o conhecimento merecem mais espaço em suas mentes.

Abraço a todos

Janquiel Mesturini

H20?


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta-feira (10) da assinatura de quatro acordos de cooperação com o Vietnã, que impulsionarão as relações bilaterais, no começo de sua visita oficial de um dia ao país asiático. Memorando de entendimento estimulará a cooperação na luta contra a pobreza e a fome; outro será destinado à ciência e tecnologia; um tem como foco os esportes; e o último cria comissão mista para velar pelos interesses comuns dos dois países. A cerimônia aconteceu no Palácio Presidencial de Hanói, e foi encerrada com um brinde com o presidente vietnamita Nguyen Minh Triet. (Foto: Chitose Suzuki/AP).

Fonte: G1

Será que o nosso presidente estava tomando água mineral em uma taça com o representante do Vietnã? Ou ele estaria tomando champagne, para depois pegar um táxi? Não teria ele ter de estar tomando água para incentivar o Brasileiro a cumprir a Lei da Tolerância Zero? São situações para reflexão. Na verdade os bons bebedores, aqueles que bebem socialmente, já pagam pelos que "enchem a cara".

Abraço,

Felipe Machado

7 de julho de 2008

E os motivos gente?

Lembram que eu disse outro dia, neste mesmo blog, que muitas atitudes de políticos são tão insensatas que parecem simplesmente não possuir nenhum motivo. Pois, eis que temos um bom exemplo para falar disso. O W.O. da governadora Yeda Crusius (PSDB), ao qual o colega Felipe Machado se refere nos textos anteriores, me parece um bom assunto para falarmos agora, tendo, evidentemente, a questão dos motivos como foco principal.

Para começar a falar sobre isso temos uma pergunta fundamental para fazer: por que a governadora não foi ao encontro dos mais de 3,5 mil representantes do setor vitivinícola que foram a Porto Alegre na semana passada? Está aí um exemplo das ações sem muitos motivos.

Vejam bem, o protesto não tinha como alvo o Governo do Estado, mas sim o Governo Federal. A Governadora poderia ter saído do gabinete, ido até os produtores, subido no carro de som e falado meia dúzia de palavras, se colocando ao lado do setor. Ela teria uma pequena rotina com a imprensa e estava feito, sem críticas ao Estado, sem questionamentos por parte da imprensa e sem, principalmente, revolta de políticos da região – entre eles prefeitos – que foram até Porto Alegre na semana passada e, segundo me disseram pessoalmente outro dia, ficaram surpresos pela governadora não ter aparecido.

É só isso por hoje. É que me parece algo tão óbvio do ponto de vista de articulação política que é difícil de acreditar que o Governo do Estado não se atine para essas coisas. Só me parece que, mesmo do ponto de vista puramente político, é bobagem não dar as caras em algumas situações.

Abração pessoal

Janquiel Mesturini

4 de julho de 2008

Imprensa 40 min na Rua no Palácio


No Palácio Piratini nesta quinta-feira a Reportagem da Rádio Viva News, juntamente com a imprensa que acompanhava a manifestação do Setor da Uva e do Vinho, aguardava na frente do Palácio. A imprensa só entrou 40 minutos depois da Reunião de representantes do Movimento em Defesa da Uva e do Vinho do Brasil, com o Chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel. Sem problemas não entrar na reunião, mas, por que a imprensa não foi pelo menos convidada a entrar no Palácio para aguardar em uma sala próximo? Ou, por que não ficar no Saguão aguardando? A verdade é que o Palácio Piratini fechou as portas para imprensa. Só 40 min depois abriu. Vergonhoso Governadora!!!!!!

Felipe Machado

Movimento da Uva e do Vinho parou Porto Alegre


O Movimento em Defesa da Uva e do Vinho do Brasil parou Porto Alegre. Assim é possível definir, quando mais de 3,5 mil pessoas entre agricultores e produtores, além de representantes do setor vitivínicola estiveram presentes na Capital do Estado. Encontros e reuniões aconteceram, e, o saldo positivo foi a garantia de apoio da Assembléia Legislativa e do Governo do RS.

O negativo foi o W.O da Governadora, que não apareceu e nem disse por onde andava. Também o Presidente da Assembléia, porque os representantes foram recebidos pelo Vice. Pipocaram?

A Rádio Viva News acompanhou todos os detalhes passo a passo.
Felipe Machado

2 de julho de 2008

O Clube do Bangue Bangue

Vejam bem, eu incitei os colegas a criticarem a iniciativa de postar material sobre o “Clube do bang bang” e, como ninguém se pronunciou e, como quem cala consente, vamos a ele.

Mas antes, apenas para explicar. No dia 27 de julho chegamos ao 14º ano de falecimento do fotógrafo sul-africano Kevin Carter e estamos postando material sobre ele e sobre o Clube acima referido, apelido dado a um grupo de quatro fotógrafos que trabalharam durante o massacre étnico sul-africano, no início dos anos de 1990 e que merecem ser lembrados.

Clube do Bangue Bangue

“Boas fotos. Tragédia e violência certamente geram imagens poderosas. É para isso que somos pagos. Mas cada uma dessas fotos tem um preço: parte da emoção, da vulnerabilidade, da empatia que nos torna humanos, se perde cada vez que o obturador é disparado”.

Penso que esta frase pode resumir o significado do Clube do Bangue Bangue e apresenta, provavelmente, o sentimento da maior parte dos profissionais do fotojornalismo. Ela foi disparada por Greg Marinovich, que ao lado João Silva, Ken Oosterbroek e Kevin Carter, formou o chamado Clube do Bangue-Bangue, responsável pela cobertura da guerra entre facções negras, travada todos os dias na África do Sul entre 1990 e 1994.
São mais de 14 mil imagens que mostram os assassinatos brutais e massacres ocorridos nas cidades dormitórios da periferia de Joannesburg entre o CNA, partido de Nelson Mandela, e o Inkatha, grupo separatista de etnia zulu. Depois que Nelson Mandela subiu ao poder, por meio de uma eleição, onde pela primeira vez os negros tiveram direito a voto, em 1994, descobriu-se que o Inkatha era patrocinado pelas principais autoridades políticas e policiais da África do Sul, que apoiavam o apartheid.
As imagens capturadas pelos quatro fotojornalistas foram responsáveis pela divulgação de fatos como o assassinato de um bebê de nove meses a golpes de machado por agressores do Inkatha, no distrito de Boipatong, em junho de 1993. No massacre outras 45 pessoas foram mortas.
As fotos também foram responsáveis pela apresentação ao mundo da prática do chamado “necklace”, que nada mais era do que colocar um pneu cheio de gasolina em volta do pescoço do suposto inimigo e incendiá-lo.
Toda essa violência rendeu aos fotógrafos muita popularidade e prêmios. Greg Marinovich ganhou o prêmio Pulitzer em 1990 por uma série de fotos que mostram um homem identificado como partidário do Inkatha sendo queimado vivo pelos integrantes do CNA, em Soweto. Kevin Carter também ganhou o Pulitzer em 1993, com a imagem postada no último texto, do abutre esperando uma criança morrer. O resultado das alterações mentais que essa foto causou em Karter o levaram ao suicídio, em 27 de julho de 1994.
As coisas também não acabaram bem para Ken Oosterbreok, que morreu baleado, no mesmo ano, durante um tiroteio em Thokaza. Na ocasião, Greg também foi ferido, e durante as eleições de Nelson Mandela, evento tão sonhado pelo Clube do Bangue-Bangue, não pôde fotografar, pois estava hospitalizado.

Felizmente para nós, a história desses quatro fotojornalistas e de um período tão violento na África do Sul está no livro O Clube do Bangue-Bangue, escrito por Greg Marinovich e João Silva, que foi publicado no Brasil pela Companhia das Letras. O livro também analisa até que ponto é ético fotografar o sofrimento alheio, quando é preciso largar a câmera e ajudar e até onde o fotojornalista de guerra pode chegar sem que seja atingido, fisicamente ou psicologicamente.

“Às vezes nos sentíamos uns abutres. Pisamos em cadáveres, metafórica e literalmente, e fizemos disso o nosso ganha-pão. Mas nunca matamos ninguém e, na verdade, até salvamos algumas vidas. E talvez nossas fotos tenham feito alguma diferença”, Greg Marinovich.

Pessoal vale a dica do livro – é excelente e muito bem escrito – e a gente volta em breve falando mais sobre o assunto. As publicações sobre o Clube vão até o dia 27 de julho. Desculpem-me pelo tamanho do texto, mas vale a pena.

Abraço a todos
Janquiel Mesturini

Tudo o que é bonito é para se mostrar!!


O futebol é fantástico. A rivalidade fora de campo também. Recentemente em Pelotas o Brasil de Pelotas lançou o Bolo Inglês com a marca do clube. Toda a verda na comercialização seria revertida para o clube. Agora o Pelotas inovou. Lançou a lingirie com a marca do clube. Se alguém quiser dar para a esposa, amará mais ela e mais o clube. Será? Alguns estão dizendo que sim. A corneta está rolando solta com isso também. De qualquer forma, fica a sugestão para qualquer clube lançar produtos como este, por que não? Sempre é uma verba que pode entrar para o clube.


Feito.

Abraço a todos,

Felipe Machado