Júlio Martins
30 de junho de 2008
Tô de volta
Júlio Martins
27 de junho de 2008
Kevin Carter
Boa noite Já que o tema do texto anterior era a grande e mórbida pauta nacional, nada mais natural que terminar o dia buscando, novamente, informações sobre o sul-africano Kevin Carter. Não sei por que, mas tinha a impressão que encontraria alguma coincidência nisso, e encontrei mesmo.
Carter entrou em seu carro no dia 27 de julho de 1994, engatou uma das pontas de um tudo à surdina, a outra colocou na janela, fumou uma mistura de algo que não lembro o que era com maconha, ligou o carro e morreu sufocado.
Carter aguardou por cerca de 20 minutos até que abutre e criança formassem o enquadramento necessário para a foto. Após o clic do obturador, Carter perseguiu o abutre, o espantou e foi embora, deixando a pequena menina no mesmo local.
A foto foi vendida ao The New York Times, onde apareceu pela primeira vez em 26 de março de 1993. Durante toda a noite os leitores entraram em contato com o jornal para saber o que havia ocorrido com a criança, o que levou o Times a publicar uma nota especial dizendo que a menina tinha força suficiente para fugir do abutre, mas que o seu destino final era desconhecido.
Em 2 de abril de 1994, Nancy Buirski, um editor estrangeiro de fotografias do New York Times telefonou para Carter para informar que ele havia ganhado o mais cobiçado prêmio de fotografia do mundo. Carter foi premiado com o Prêmio Pulitzer por Recurso Fotográfico em 23 de maio de 1994, na Universidade de Colúmbia em Nova Iorque.
”Estou depressivo ... sem telefone ... dinheiro para aluguel ... dinheiro para ajudar as crianças ... dinheiro para dívidas ... dinheiro!!! ... Estou assombrado por memórias de assassinatos e cadáveres, raiva e dor ... de crianças esfomeadas ou feridas, de loucos gratuitos, muitas vezes a própria polícia, de executores, de assassinos... Eu vou juntar-me ao Ken se tiver com sorte.”, escreveu Carter, lembrando um colega morto em atividade fotográfica, em sua nota de suicídio.
Não acho que Carter acertou ao deixar uma criança faminta morrer, porque sim, ela morreu. Mas penso que alguém que desempenhou a função de retratar com tamanha profundidade e lançou ao mundo o grande desastre chamado Apartaid e retratou a fome vivida em um continente esquecido merece ser lembrado sempre. Desconheço alguém que tenha vivido com tamanha profundidade este papel.
Por isso, colegas e amigos, gostaria de propor a postagem de material sobre Carter e o chamado Clube do Bang-Bang, denominação dada a quatro fotógrafos, entre eles Carter, que tinham como função retratar os massacres sul-africanos, até a data do aniversário de seu falecimento, em 27 de julho. Que acham? Se não quiserem, e entendo a renúncia de tal retrato, mesmo, me avisem. Mas acho que nossos clientes de mídia merecem isso. Até porque é nesse mundo que vivemos.
Desculpa pelo tamanho do texto e abraço a todos
Janquiel Mesturini
Inconsciência coletiva midiatica
Ouvia o Papo de Redação nessa semana e Jacintho Júnior falava sobre a importância que se deu a morte da ex-primeira dama Ruth Cardoso, falecida nessa semana. Não que alguém que já foi companheira do chefe de estado mais importante desse país não a mereça, acho justo na verdade.
Mas vejam bem e nem estou fazendo críticas a nada. Até penso que isso seja normal. Mas, me parece, a mídia precisa estar sempre trabalhando uma grande pauta de forma conjunta, de preferência o mais mórbida possível. Parece que não há uma completude sem que exista a grande pauta nacional.
Acho isso até meio engraçado. Nós, profissionais da comunicação, parecemos, como posso dizer... Ah, sim. Um termo bom para definir o que estou pensando: pavões, como diria André Tajes, certa vez, se referindo a uma figurinha da sociedade. Somos uns pavões. Queremos ser importantes a aparecer e para isso nos inserimos, sem perceber, em contextos criados por uma espécie de consciência coletiva midiatica para trabalharmos as grandes pautas.
Trabalho há algum tempo com políticos nos veículos por onde passei e nunca consegui, mesmo, chegar a uma conclusão sobre os reais objetivos de algumas ações, porque elas simplesmente parecem não ter nenhum objetivo. É pura marra, ou ignorância. Pois nós profissionais sofremos do mesmo mal. Às vezes tenho a impressão que determinados assuntos, além de não serem tão importantes não servem nem para vender muito jornal. Mas ganham destaque porque algo no inconsciente dos amigos colegas simplesmente manda que assim o seja.
Não sei se consegui explicar direito o que queria. Mesmo sendo essa nossa missão: contar, explicar, relatar, algumas vezes também parece que uma subconsciência, talvez não tão subconsciente, nos impede de relatar com clareza as análises sobre nós mesmos.
Abração pessoal
Janquiel Mesturini
Os novos tempos do mercado!
*A ENTREVISTA PARA UMA GRANDE EMPRESA*
1º) Candidato formado na USP
Diretor: - Qual é a coisa mais rápida do mundo?Candidato : - Um piscar de olhos.Diretor: - Por que?Candidato:- Porque é tão rápido que as vêzes nem vemos.Diretor: - Ótimo
3º) Candidato formado na UNICAMP
Diretor: - Qual é a coisa mais rápida do mundo?Candidato: - A eletricidade.Diretor: - Por que?Candidato : - Veja, ao ligarmos um interruptor, acendemos uma lâmpadaa 5km de distância instantaneamente .Diretor: - Excelente.
***4º) Candidato fazendo curso no SENAI:
*Diretor: - Qual é a coisa mais rápida do mundo?Candidato: - *Uma diarréia.*..Diretor: - Como assim ? Você está brincando rapaz? Explique issodireito...Candidato: - Isso mesmo. Ontema noite eu tive uma diarréia tão forte,que antes que eu pudesse pensar, piscar os olhos ou acender a luz, játinha me cagado todo...Diretor: - O emprego é seu! Fundamento técnico e cálculo não é tudo...entender de cagadas é o que o mercado precisa! Te liga.
POR FAVOR, NADA CONTRA NENHUMA ENTIDADE, APENAS UMA PIADA PARA DESCONTRAIR...
ATÉ..
Felipe Machado
Mais um aumento para estatística

Casal fica 16 dias sem banho. Dá para acreditar?

Os namorados vencedores resistiram 16 dias trancados dentro de um carro e foram considerados os que mais sabiam um do outro.
Dez casais concorreram ao prêmio na prova de resistência proposta pelo shopping. A disputa começou no dia 11 de junho às 12h e terminou nesta quarta (26) às 18h. A primeira desistência foi de um casal que só aguentou três horas enclausurado, segundo os organizadores. A organização só permitia três refeições e duas idas ao banheiro por dia de disputa.
Nesta quarta-feira (26), último dia do desafio, só restavam quatro duplas finalistas. Leandro e Evancléa conseguiram o prêmio, porque foram os que mais acertaram nas perguntas sobre preferências e particularidades do outro.
26 de junho de 2008
Um problema com outro. Novamente?
Se os assaltos de motociclistas com o rosto escondido por capacetes estão causando problemas então, por favor, proponham ou gesticulem medidas junto aos órgãos de segurança. Não é?
Tentar resolver um problema criando outro é algo inaceitável do ponto de vista mental senhores.
Uma medida parecida foi adotada em São Felix do Xingu, no Pará. Lá, é proibido usar capacete. A justificativa do município foram os assaltos freqüentes cometidos por motociclistas com capacetes. Pois bem, Bento Gonçalves é comparável a São Felix do Xingu?
Vamos tentar relacionar as duas coisas. Lá, o Índice de Desenvolvimento Humano é de 0,709, o PIB per capta é de R$ 10.811,07 por ano e sim, os assaltos são bem freqüentes, mais que isso, as chacinas por disputas de terras, as operações da Polícia Federal combatendo trabalho escravo e, enfim, essas coisas básicas da região norte do país.
Bom, Bento Gonçalves possui um IDH de 0,870, um PIB per capta de R$ 22.763,00, pouco mais que o dobro do de São Felix do Xingu e eu lhes pergunto. Temos chacinas? Trabalho escravo?
Enfim, Bento Gonçalves é uma cidade parecida com São Felix do Xingu? Talvez seja.
Capacete só de vez em quando?

24 de junho de 2008
Liberdade

Batom e salto alto são proibidos a trabalhadoras em cidade da Malásia

23 de junho de 2008
Atenção!

18 de junho de 2008
Plenitude
Plenitude
Onde estão os momentos serenos, sobre os quais, por alguns instantes me deleitava, lambendo a mim mesmo em um longo compasso de prazer introspectivo, mas que por um período o foi também intransigente e onipresente.
Talvez seja por este motivo que ele tenha terminado, como começou, do nada. Uma lacuna em meio ao cosmos de tempestivos pensamentos.
Pensamentos que novamente não me deixam dormir e que falam comigo quando a recíproca me encontra embriagado, sentado sozinho na poltrona, fazendo tentando algo para que o tempo passe mais rapidamente.
O sino da igreja canta suas oito badaladas e anuncia que a noite chega, conservada pelas primeiras brumas de um novo, porém, já ancestral inverno. Úmido, que me consome solitariamente durante as nove batidas seguintes.
Elas ecoam pelo meu cérebro e cortam um princípio de alegre nostalgia, composta pelas góticas e frenéticas batidas da música. Aliás, mais um pedaço de lembrança, apenas isso.
Tácito sentido, desorientado por mim mesmo. Desprezado. Oculto nos restos de vida que ainda me restam. Desordenado pelo tempo.
Ok... é isso. E me desculpem por este vômito textual que me atinge, mesmo que seja algo meio, digamos, redundante.
Abração
Janquiel Mesturini
Tudo na vida tem um preço
Tudo tem um custo na vida. Sim, podem ter certeza, tudo tem um custo. As vezes esse valor é maior, ou menor, mas ele será cobrado.
Quando lidamos com nossas próprias vidas sabemos o que podemos pagar, mas quando tratamos de contextos sociais e, prestem atenção nisso, tragédias sociais, é preciso repensar algumas vezes antes de avaliar determinadas situações.
Digo isso para introduzir um assunto que chegou a muitos veículos de comunicação do Estado: a proibição da venda de quentão em festas juninas de Garibaldi.
Para deixar bem claro, eu sou a favor da medida. Assim como sou favorável a proibição da venda de bebidas alcoólicas em estradas e também ao endurecimento dos artigos no Código Brasileiro de Trânsito que tratam da embriaguez ao volante.
O Brasil é um país que parece começar a se civilizar de fato apenas agora – eu estou fazendo um grande esforço para acreditar nisso. Me parece que esse tipo de medida, que é, de certa forma, paliativa e cruel para com algumas tradições, vem de encontro com essa civilidade recente.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a venda de bebidas alcoólicas é controlada através de documentos e os produtos são acomodados em sacos de papel, para que a bebida não esteja exposta, ou seja, para que sua imagem e consumo não sejam banalizados.
Em algum momento os interesses da coletividade precisam ser posicionados através de seus representantes, como o Ministério Público, que encabeçou a medida em Garibaldi.
Sem dúvida os custos sociais e financeiros do álcool são demasiado grandes. Não podemos mais criar gerações e estatísticas de mortos em acidentes de trânsito, em crimes familiares. Gerações que vivenciaram a violência causada em boa parte pela irracionalidade e incivilidade do álcool, banalizado ainda na infância.
Quem é da região conhece aqueles velhos hábitos, como molhar o bico da criança no vinho. “Fica docinho”. Este é mais um organismo acostumado social, psico e organicamente com a bebida. Talvez seja mais um número em estatísticas de acidentabilidade ou de violência familiar. Mais um custo financeiro e social com o qual não podemos mais arcar.
Abraço a todos
Janquiel Mesturini
Interativa da Viva News debateu reajuste para Vereadores

*Zé Bombril, já concorreu em alguma localidade do País. Não tenho informação se ele já foi eleito ou não. Mas, se ele tivesse aumento, se fosse Vereador, com certeza ele ficaria contente! (Apenas uma imagem para descontrair, afinal de contas, este é o objetivo também do Blog, descontração)
Feito,
Abraço a todos,
Felipe Machado
16 de junho de 2008
Viva o Café!

Interativa da Viva News abordou desligamento das Lombadas

13 de junho de 2008
Presença feminina

Bento: Interativa da Viva News abordou Quentão em Festas juninas
O Ministério Público de Garibaldi proibiu a venda ou distribuição de quentão ( bebida à base de vinho) em festas juninas feitas em colégios no município. A decisão está fundamentada no Estatuto da Criança e Adolescente. O quentão de vinho costuma ter 5,5% de teor alcoólico.O promotor de Garibaldi, Paulo Adair Manjabosco, também proibiu a distribuição de brindes como garrafas de vinhos e similares.Todas as 30 escolas da cidade - quatro de Educação Infantil, 24 públicas e duas particulares - serão atingidas pela nova regra.
Este fato motivou a interativa da Viva News deste feriado de quinta-feira. A pergunta do programa foi: - Você concorda com a decisão do Ministério Público de Garibaldi em proibir Quentão nas Festas Juninas? Sim ou não? O programa registrou 17 ligações. Responderam que não 94,1%, que sim, 5,9%.
Felipe Machado
11 de junho de 2008
Interativa da Viva News ampliada

10 de junho de 2008
A torcida não está muito preocupada!
9 de junho de 2008
Despedida



Interativa da Viva News debateu troca de sexo

O Ministro da Saúde José Temporão anunciou a medida de liberação por parte do SUS para cirurgias de troca de sexo. Ou seja, sem custo nenhum. Aquelas pessoas que desejarem trocar de sexo poderão fazer - depois da aprovação do Presidente Lula - sem custo nenhum. Até hoje não houve procura por este tipo de cirurgia na Serra Gaúcha, segundo o Coordenador da Coordenadoria Regional de Saúde, Eduardo Ioti. Este fato originou a interativa da Rádio Viva News desta segunda-feira.
A pergunta do programa foi: - Você concorda com a decisão do Governo de proporcionar cirurgias de troca de sexo pelo SUS? Sim ou não? O Linha Aberta recebeu 27 ligações, batendo o recorde do programa. Responderam que não 88,8%, que sim 11,2%.
Roberta Close é um exemplo de quem fez cirurgia de troca de sexo. Muitos realizarão um sonho com a troca, porém, e as demais cirurgias como ficam?
6 de junho de 2008
Aulinha básica
Júlio Martins
Interativa da Viva News debateu auxílio para Associações

5 de junho de 2008
Interativa debateu aumento de Vereadores

4 de junho de 2008
Ouvinte atento
"Ola amigos do papo de redação. Quero dizer que curto, sempre que posso este programa(as vezes o horário do trabalho nao permite, mas no escritorio, ou no carro dou rizadas, reflito sobre algumas pontos abordados e acho trilegal as musicas que rodam. Gente sobre um dos temas abordados na tarde do dia 04, (CORSAN), onde falaram sobre a possivel troca da gerencia local,posso dizer que tenho acompanhado de longe este assunto mas vejo que com as alteraçoõs administrativas dentro da Cia, que eliminou todas as superintendencias(na minha opinião um erro, pois centralizou as decisões na capital), as pessoas que ocupavam as titularidades e funções adjuntas nas superintendências, forma remanejadas para cargos nos municipios. No caso de Bento, parece que a troca de cargos não se limitou a gerencia, atingindo outros cargos importantes para o municipio, dentro da estrutura de relação institucional com o municipio. Porém importante registrar que todos estas pessoas que estã o sendo re-alocadas, são funcionário de carreira da Cia, e que prestavam serviços em outros municipios do Estado. Em relação ao Ildo, ele ocupou o cargo de gerente, com o aval e o apoio do Partido da Governadora. Um abraço a todos".
3 de junho de 2008
Interativa discutiu altos e baixos nos valores dos produtos

O dote vai ao longe

Felipe Machado

